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Direito à Saúde

Seu plano cobra taxa de coparticipação por cada sessão de terapia do seu filho?

Isso pode ser coparticipação abusiva. Calcule, em um minuto, quanto você paga a mais — e descubra se é possível reverter.

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Quanto a coparticipação pesa no seu bolso?

As três terapias mais comuns já estão prontas. Informe quantas sessões por semana e o valor por sessão.

Estimativa de coparticipação

As três terapias mais comuns já estão prontas. Não é preciso deixar nenhum dado.

Você paga hoje
R$ 0
por mês
Após a ação
R$ 0
1 taxa por especialidade
Com a ação, sua coparticipação cairia para
R$ 0
por mês — uma economia de R$ 0/mês (R$ 0/ano)
Total de sessões por mês0
Coparticipação que você pagaR$ 0
Peso no anoR$ 0

E o que você já pagou?

Esse dinheiro pode não estar perdido.

Em muitos casos, a Justiça determina que o plano devolva os valores cobrados indevidamente — e o Código de Defesa do Consumidor prevê devolução em dobro quando a cobrança é considerada indevida.

Receba a análise do seu caso

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Seus dados são usados apenas para o retorno do escritório.

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Resultado meramente indicativo. O cenário "após a ação" considera a cobrança de uma taxa por especialidade ao mês (em vez de por sessão), conforme a tese aplicada pelo escritório; não substitui análise jurídica nem representa promessa de resultado. A possibilidade de devolução de valores depende da prescrição, do contrato e da decisão judicial em cada caso.

O que diz a Justiça

A lei está do lado da sua família

Os tribunais superiores já firmaram entendimento de que a coparticipação não pode inviabilizar o tratamento. Estes são alguns dos fundamentos que sustentam os casos.

A coparticipação não pode ser cobrada por cada sessão de terapia

Quando o tratamento é contínuo, cobrar uma taxa a cada sessão faz o valor explodir e vira barreira de acesso. A Justiça tem reconhecido que essa forma de cobrança é abusiva.

Devolução não depende de provar má-fé do plano

O Superior Tribunal de Justiça firmou que a restituição em dobro do que foi cobrado indevidamente independe de demonstração de má-fé, bastando a violação à boa-fé objetiva.

A cobrança deve ser por especialidade, não por sessão

Decisões têm determinado que a coparticipação incida por tipo de terapia e fique limitada ao valor da mensalidade, e não multiplicada a cada sessão realizada.

Por que é questionável

Pagar por terapia não deveria ser um castigo

A coparticipação existe para moderar o uso do plano. Quando vira uma taxa por cada sessão de um tratamento contínuo, ela passa a punir quem mais precisa.

I

Terapia não é consulta esporádica

Crianças autistas fazem várias sessões por semana, de forma contínua, por anos. Cobrar por cada uma transforma o cuidado numa dívida que não para de crescer.

II

Vira barreira de acesso

Quando o valor pesa tanto que a família reduz as terapias do filho, a coparticipação faz o oposto do que deveria: limita o tratamento em vez de moderá-lo.

III

Muitas famílias reverteram

Esse tipo de cobrança tem sido discutido e, em diversos casos, revisto na Justiça. Cada contrato é único, mas vale entender se o seu se enquadra.

Quem conduz o seu caso

Dr. Mário Bernardes

Advogado especialista em Direito à Saúde, com atuação nacional na defesa de famílias contra cobranças abusivas de planos de saúde.

"O tratamento de uma criança não pode ser tratado como item de despesa. É um direito."

À frente do Bernardes & Kuchel, dedica-se a garantir que famílias tenham acesso ao cuidado que precisam, sem serem penalizadas por buscá-lo.

Dr. Mário BernardesOAB/SP 296.866 · Bernardes & Kuchel Advogados
Simples assim

Como funciona

1

Você calcula

Informa as terapias, as sessões e o valor que paga. Leva um minuto e não pede dados.

2

Vê o resultado

A ferramenta mostra o peso real no orçamento e sinaliza se há indício de abusividade.

3

Conversa, se quiser

Se fizer sentido, analisamos o seu caso e explicamos seus direitos, sem compromisso.

Histórias de famílias

Resultados que mudaram rotinas

Relatos baseados em casos reais conduzidos pelo escritório. Os dados foram preservados para resguardar a privacidade das famílias.

A coparticipação da terapia ABA do meu filho chegava a quase R$ 1.800 por mês. Era escolher entre as sessões e as contas de casa. Depois da ação, a cobrança caiu para pouco mais de R$ 190. Hoje ele faz todas as terapias sem que isso sufoque a família.

J
Juliana, mãe de criança com TEAPlano coletivo · São Paulo/SP · 2025 Reduziu de R$ 1.800 para R$ 192/mês

Eu nem sabia que aquilo podia ser contestado. Pagava a taxa achando que era normal. O escritório mostrou que a cobrança por sessão era abusiva e a Justiça limitou o valor. A diferença no orçamento foi enorme.

P
Patrícia, mãe de criança autistaTratamento multidisciplinar · interior de SP · 2025 Coparticipação limitada a R$ 7,03/mês

O plano vinha cobrando muito acima do que o próprio contrato permitia. Além de a cobrança ser ajustada, conseguimos a devolução dos valores que já tínhamos pago a mais. Foi um alívio que não esperávamos.

R
Renata, mãe de beneficiárioPlano familiar · cobrança acima do contrato · 2025 Restituição dos valores pagos a maior

A taxa por sessão deixava o tratamento inviável e meu filho chegou a ficar sem as terapias. Com a decisão, a cobrança passou a ser por especialidade e não por sessão, e ele voltou a fazer o acompanhamento que precisa.

C
Camila, mãe de criança em terapiaCobrança por sessão · Minas Gerais · 2026 Cobrança por especialidade

Relatos baseados em resultados reais obtidos pelo escritório. Por dever de sigilo profissional e para resguardar a privacidade das famílias e das crianças, os nomes foram alterados e nenhum dado identificável é divulgado. Cada caso é único e os resultados dependem das circunstâncias e do contrato de cada família.

Dúvidas comuns

Perguntas que toda família faz

A primeira conversa é sem compromisso e serve para entender o seu caso. As condições de honorários são explicadas com total transparência nesse contato, antes de qualquer decisão sua. Você não assume nada sem saber exatamente como funciona.

Cada caso tem seu ritmo, mas em muitas situações é possível pedir uma decisão de urgência logo no início, para reduzir ou suspender a cobrança enquanto o processo corre. Na conversa, explicamos o que se aplica ao seu caso.

Buscar seus direitos é legítimo, e a lei protege o beneficiário contra retaliação. O objetivo é justamente manter o tratamento do seu filho garantido, com uma cobrança justa. Isso é avaliado com cuidado em cada caso.

Em muitos casos, sim. Quando a cobrança é reconhecida como indevida, a Justiça pode determinar a devolução dos valores pagos a mais, respeitado o prazo legal, e o Código de Defesa do Consumidor prevê devolução em dobro em certas situações.

Sim. O escritório atua de forma digital e nacional, acompanhando famílias de diferentes estados. Todo o atendimento inicial pode ser feito a distância, com praticidade.

O tratamento do seu filho é um direito

Se a coparticipação está pesando demais, você não precisa enfrentar isso sozinha.

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